
Capoterapia: Aspectos Culturais e Regionais
A capoterapia conquista cada vez mais espaço como uma prática inclusiva e cheia de benefícios. Inspirada na capoeira, essa atividade combina movimentos rítmicos e terapêuticos para melhorar a saúde e o bem-estar, especialmente dos idosos. Mas como essa prática se adapta e se destaca em diferentes regiões?
A Capoterapia em Campo Grande/MS
Alessandro Riquelme, conhecido como Professor Sandrão, capoterapeuta desde 2017, observa que a capoterapia se fortalece em Campo Grande/MS como uma alternativa para qualidade de vida. “A aceitação tem sido incrível, pois conseguimos adaptar os movimentos da capoeira para qualquer pessoa praticar com segurança, independentemente da idade”, explica Sandrão.
Adaptação Cultural e Regional
Cada localidade incorpora elementos próprios à capoterapia. Em Campo Grande, por exemplo, a cultura sul-mato-grossense se faz presente. “Utilizamos músicas regionais e ritmos como siriri e polca paraguaia, tornando a experiência mais envolvente para os participantes”, conta Sandrão.
No Nordeste, os instrutores integram o forró e o maracatu, enquanto no Sul, a tradição gaúcha influencia a prática. “Essa flexibilidade permite que a capoterapia se adapte a qualquer realidade cultural”, destaca o capoterapeuta.
Benefícios Além da Cultura
Além de valorizar a cultura, a capoterapia proporciona inúmeros benefícios para a saúde:
- Aprimora o equilíbrio e a coordenação motora;
- Estimula o cérebro, reduzindo o risco de doenças neurodegenerativas;
- Fortalece os músculos e melhora a flexibilidade;
- Promove inclusão social, criando um ambiente acolhedor.
“Em Campo Grande, muitos idosos relatam mais disposição e confiança no dia a dia depois de iniciar a capoterapia”, afirma Sandrão.