• 18 março, 2026

Mobilização integrada reforça combate às arboviroses em territórios indígenas de MS

O Governo de Mato Grosso do Sul intensificou, nos últimos dias, o enfrentamento às arboviroses em territórios indígenas de Dourados e Itaporã.

Além disso, o Estado alinhou estratégias com o Ministério da Saúde do Brasil e mobilizou instituições, equipes técnicas e lideranças locais. Dessa forma, a gestão estadual busca conter o avanço das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti com rapidez e eficiência.

Casos aumentam e pressionam sistema de saúde

Os dados epidemiológicos mostram crescimento expressivo dos casos de arboviroses, principalmente de chikungunya, em 2026. Em Dourados, por exemplo, o vírus já circula dentro das aldeias.

Atualmente, o cenário apresenta:

  • 150 casos confirmados

  • outros casos em investigação

  • três óbitos registrados

Além disso, a estrutura de saúde enfrenta pressão crescente. A região atende mais de 21 mil indígenas com apenas 4 unidades básicas e 6 equipes.

Mutirão atua diretamente no foco do problema

Diante desse cenário, as equipes realizaram um mutirão entre os dias 9 e 11 de março nas aldeias Jaguapiru e Bororó.

Ao todo, cerca de 100 profissionais participaram da ação e executaram:

  • vistoria em 2.355 imóveis

  • tratamento em 1.156 imóveis

  • identificação de 589 focos do mosquito

  • eliminação de criadouros, principalmente em caixas d’água, pneus e lixo

  • borrifação em 43 imóveis

  • aplicação de inseticidas e instalação de ovitrampas

Além disso, a ação contou com:

  • 77 agentes de endemias

  • 20 agentes de saúde indígena

As equipes atuaram diretamente nas residências, eliminaram focos e ampliaram o controle vetorial na região.

Estado lidera articulação entre instituições

A operação reuniu diferentes órgãos e fortaleceu a atuação conjunta. Participaram da mobilização:

  • Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul

  • Secretaria Especial de Saúde Indígena

  • Distrito Sanitário Especial Indígena

  • Força Nacional do SUS

  • Hospital Universitário da UFGD

Além disso, secretarias municipais e lideranças indígenas participaram ativamente das ações.

Resposta exige ação imediata e coordenada

A secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone, reforçou a urgência das medidas.

“Precisamos garantir atendimento e, ao mesmo tempo, agir rápido no controle do mosquito.”

Ela destacou que o Estado atua de forma direta, apoia os municípios e coordena ações com o Governo Federal.

Próximas ações já estão em andamento

O Governo do Estado já organiza novas frentes de atuação para as próximas semanas.

Entre as prioridades estão:

  • eliminar criadouros do mosquito

  • reforçar o atendimento nas aldeias

  • ampliar ações de prevenção

  • manter mutirões contínuos

Além disso, o Estado seguirá monitorando os indicadores epidemiológicos e ajustando as estratégias conforme a evolução do cenário.

Combate depende também da população

Por fim, o enfrentamento às arboviroses exige participação coletiva. Ou seja, a população também precisa agir.

Assim, atitudes simples fazem diferença:

  • eliminar água parada

  • descartar lixo corretamente

  • manter caixas d’água fechadas

Consequentemente, a união entre governo, instituições e comunidades será decisiva para controlar a situação.

Comunicação da Secretaria de Estado de Saúde de MS.

Frase-Chave: A união entre governo.

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