
Dia D aplica mais de 46 mil doses contra a gripe em MS, com dados ainda parciais
O Dia D Nacional de Vacinação contra a Influenza mobilizou Mato Grosso do Sul no último sábado (28) e, como resultado, aplicou 46.139 doses em todo o estado, conforme levantamento parcial da SES (Secretaria de Estado de Saúde).
No entanto, como nem todos os municípios enviaram os dados dentro do prazo, o total de pessoas imunizadas tende a ser ainda maior do que o registrado até o momento.
Levantamento parcial indica alcance maior da campanha
Ao todo, 73 dos 79 municípios responderam ao levantamento. Por outro lado, cidades como Alcinópolis, Figueirão, Jateí, Jardim, Terenos e Fátima do Sul ainda não enviaram informações.
Dessa forma, os dados reforçam que a mobilização alcançou um número superior ao já contabilizado.
Além disso, em Campo Grande, foram aplicadas 5.997 doses entre sábado e domingo, o que evidencia a forte adesão da população na capital.
Públicos prioritários lideram a vacinação
Do total registrado até agora, os principais grupos atendidos foram:
- Idosos: 20.375 doses
- Crianças: 8.622 doses
- Gestantes: 2.419 doses
- Outros grupos prioritários: 14.723 doses
Nesse sentido, a campanha concentrou esforços justamente nos públicos mais vulneráveis, que apresentam maior risco de complicações pela influenza.
Secretaria reforça ampliação do acesso
O secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, destacou que o estado mantém bons índices de cobertura vacinal. Além disso, reforçou a importância de ampliar o acesso à imunização.
Segundo ele, o objetivo é garantir que a vacina chegue a todos, inclusive às pessoas que vivem em regiões mais afastadas.
Ao mesmo tempo, o secretário ressaltou a estratégia de descentralização, que busca levar a vacinação até onde a população está.
Por outro lado, ele explicou que, neste momento, a campanha permanece direcionada aos grupos prioritários. Portanto, a ampliação para o público em geral dependerá do envio de novas doses pelo Ministério da Saúde.
Planejamento antecipado fortalece a campanha
Além disso, a coordenadora estadual de imunização, Ana Paula Goldfinger, destacou que o planejamento prévio permitiu organizar uma mobilização eficiente em todo o estado.
Segundo ela, o trabalho integrado com os municípios possibilitou antecipar estratégias e ampliar o acesso desde o início da campanha.
Inclusive, ações específicas foram direcionadas a públicos como trabalhadores da saúde e cuidadores.
Paralelamente, a SES mantém estratégias complementares, como:
- vacinação extramuros
- uso de vacimóveis
Vacinação no tempo certo garante proteção
A campanha começou nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul antes do período de maior circulação do vírus, previsto para as próximas semanas.
Dessa maneira, a antecipação busca proteger a população no momento mais crítico da sazonalidade.
O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Éder Gatti, reforçou que este é o momento ideal para se vacinar. Além disso, destacou que a vacina é segura e reduz casos graves, internações e mortes.
Monitoramento reforça cenário de alerta
Atualmente, o monitoramento nacional já indica aumento na circulação de vírus respiratórios, algo esperado para esta época do ano.
Nesse contexto, foram registrados casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), com a influenza entre os principais vírus identificados.
Assim, a vacinação se mantém como a principal estratégia para reduzir complicações, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.
População reconhece importância da imunização
Entre os vacinados, a percepção é clara: a vacina representa proteção e responsabilidade coletiva.
Relatos de idosos reforçam esse entendimento, destacando a importância da imunização como medida essencial para preservar a saúde.
Além disso, gestantes também demonstram consciência sobre o cuidado preventivo, reconhecendo a vacinação como uma forma de proteger tanto a si mesmas quanto seus filhos.
Campanha segue até maio
Por fim, a vacinação contra a influenza continua em todo o estado até o dia 30 de maio. As doses seguem disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde.
Portanto, a recomendação é clara: o público prioritário deve procurar a unidade mais próxima o quanto antes, garantindo proteção antes do aumento da circulação do vírus.












