
Governo de MS e Defesa Civil unem forças no combate à Chikungunya em cidades prioritárias
Com o intuito de conter o avanço da chikungunya em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), realizou uma reunião estratégica na última quarta-feira (15). O encontro definiu um plano de ação integrada com a Defesa Civil Estadual para socorrer municípios que apresentam alta incidência da doença, focando especialmente na organização da assistência médica e no reforço operacional das equipes de campo.
Reforço na Assistência e Capacitação Médica
A princípio, uma das prioridades estabelecidas é a qualificação do atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Por esse motivo, especialistas realizarão capacitações para o manejo clínico em cidades como Fátima do Sul, Nioaque, Itaporã e Jardim.
De acordo com a secretária de Estado de Saúde em exercício, Crhistinne Maymone, a integração é a chave para o sucesso do plano. “Estamos conduzindo esse trabalho de forma conjunta, com responsabilidades claras. Essa articulação é fundamental para garantir uma resposta rápida à população”, destacou a gestora.
Defesa Civil e Logística de Guerra contra o Mosquito
Além do suporte técnico da SES, a Defesa Civil Estadual assumiu um papel logístico crucial na organização das frentes de trabalho. Consequentemente, o órgão atuará na definição de rotas e na divisão de equipes para otimizar a limpeza urbana e a eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti.
Principais ações operacionais definidas:
Monitoramento: Atualização rigorosa de dados no sistema SINAN para nortear as decisões do Governo.
Apoio Terapêutico: Envio de bombas costais para pulverização e reforço de técnicos de vigilância nos territórios.
Limpeza Urbana: Início imediato dos trabalhos de remoção de resíduos, com destaque para as ações já iniciadas em Itaporã.
Suporte Social: Distribuição de cestas básicas pela CONAB para auxiliar comunidades vulneráveis durante o período de crise sanitária.
Foco em Aldeias Indígenas e Conscientização
Simultaneamente às ações urbanas, o Estado mantém o monitoramento nas aldeias indígenas de Dourados. Nesse sentido, o trabalho foca na eliminação de criadouros e na melhoria do armazenamento de água, visando proteger essas comunidades.
Contudo, os gestores alertam que o esforço governamental precisa do apoio direto do morador. Durante o encontro, reforçou-se que a conscientização da população ainda é um desafio. Portanto, lideranças locais serão acionadas para mobilizar as comunidades sobre a importância de manter quintais limpos e evitar a água parada.












