
MS no Panamá: Entre 50 Reuniões e Negócios, Estado Reforça Protagonismo no Turismo Sustentável
Com o objetivo de consolidar sua posição como referência global em ecoturismo, Mato Grosso do Sul marca presença, pela quarta vez consecutiva, no Remote Immersion. Dessa maneira, o evento internacional — que ocorre entre 4 e 8 de maio em Chiriquí, no Panamá — funciona como uma vitrine estratégica para destinos que priorizam a autenticidade e a preservação. Nesse sentido, a Fundação de Turismo (Fundtur) projeta uma agenda intensa voltada para a geração de negócios e o fortalecimento da marca “Pantanal” e “Bonito” no mercado externo.
Visibilidade Global e Estratégia Comercial
A princípio, a participação do Estado não se limita apenas à presença institucional. Portanto, por deter uma das principais cotas do evento, Mato Grosso do Sul terá acesso ao palco principal para apresentações exclusivas aos líderes do setor. Dessa forma, o diretor-presidente da Fundtur, Bruno Wendling, destaca os pontos focais da missão:
Networking Qualificado: Estão previstas mais de 50 reuniões com operadores da América do Norte e Europa.
Promoção Cultural: Lançamento da campanha Pantanal Jam, que utiliza a sonoridade pantaneira para criar conexões emocionais com os viajantes.
Benchmarking Profissional: Participação em palestras e discussões sobre tendências globais de sustentabilidade.
Vale ressaltar ainda que a comitiva estadual conta com empresários selecionados de forma transparente. Consequentemente, a utilização da ferramenta “Participe Conosco” garante que os representantes do Pantanal e da Serra da Bodoquena estejam alinhados às diretrizes de conformidade e compliance do governo. Assim sendo, o Estado se apresenta de maneira completa, unindo o esforço público ao vigor da iniciativa privada.
O Palenque do Turismo Responsável
No que diz respeito à programação, o Remote Immersion celebra sua 10ª edição com o tema “Orgulho Latino”. Dessa maneira, o encontro reúne 275 profissionais de 18 países, focando no turismo independente e de pequena escala. Nesse contexto, Mato Grosso do Sul se destaca por oferecer exatamente o que esse público busca: experiências transformadoras com baixo impacto ambiental.
Além disso, a integração com hotéis boutique e agências de luxo de países como Suíça, Canadá e Singapura abre portas para um perfil de turista com alto poder aquisitivo. Assim, a estratégia busca não apenas aumentar o fluxo de visitantes, mas qualificar o gasto turístico dentro do Estado. Logo, a presença internacional reafirma que o modelo de gestão sul-mato-grossense é um exemplo a ser seguido por outros destinos latino-americanos.
Conclusão: Futuro e Sustentabilidade
Quanto aos resultados esperados, a Fundtur projeta a formalização de parcerias estratégicas que devem render frutos ao longo de todo o ano de 2026. Por conseguinte, ao participar ativamente dos Remote Talks, o Estado se mantém na vanguarda das discussões sobre o turismo regenerativo. De acordo com as diretrizes estaduais, a meta é converter o interesse internacional em pacotes turísticos concretos e sustentáveis.
Em suma, a imersão no Panamá é mais que uma viagem de negócios; é a consolidação de uma política de Estado. Afinal, investir em visibilidade internacional é essencial para manter a economia do turismo aquecida e responsável. Logo, a expectativa é que Mato Grosso do Sul retorne da província de Chiriquí com novos contratos e com sua reputação de “Capital do Ecoturismo” ainda mais fortalecida globalmente.












