• 27 março, 2026

SES leva protagonismo de MS à COP-15 com ações de Saúde Única em evento internacional

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul destacou, de forma estratégica, o protagonismo do Estado na agenda internacional de Saúde Única durante a COP-15 CMS, realizada em Campo Grande.

Nesse contexto, a participação ocorreu por meio da Coordenadoria de Saúde Única, que apresentou, de maneira integrada, estratégias, projetos e políticas públicas desenvolvidas em Mato Grosso do Sul.

Integração entre saúde e biodiversidade

Durante o evento, a apresentação integrou o painel “Um só organismo, uma só saúde”, realizado no Espaço Brasil. Além disso, o debate reuniu especialistas de diferentes áreas para discutir, de forma ampla, a conexão entre saúde, meio ambiente e biodiversidade.

Entre os participantes, estiveram:

  • Danila Frias (SES/MS)
  • Vivyanne Magalhães (Ministério da Saúde)
  • Camila Domit (Universidade Federal do Paraná)
  • Patrícia Serafini (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade)

Nesse cenário, os debates reforçaram a importância da atuação conjunta entre diferentes setores.

Estratégia integrada no território sul-mato-grossense

Ao longo da apresentação, Danila Frias enfatizou que Mato Grosso do Sul reúne condições únicas, especialmente por abrigar parte do Pantanal e integrar rotas de espécies migratórias.

Além disso, ela destacou que o Estado já implementa ações concretas, como:

  • vigilância integrada
  • monitoramento de doenças
  • educação em saúde

Consequentemente, essas estratégias fortalecem a prevenção e promovem qualidade de vida de forma sustentável.

Da mesma forma, as ações contam com articulação entre diferentes órgãos, como a SEMADESC e a SEAD, o que amplia a efetividade das políticas públicas.

Avanço da agenda nacional

Por outro lado, a representante do Ministério da Saúde, Vivyanne Magalhães, ressaltou o avanço da agenda de Saúde Única no país.

Segundo ela, o governo federal está, atualmente, na fase final de elaboração do Plano de Ação Nacional de Uma Só Saúde.

Além disso, a institucionalização da estratégia fortalece a articulação entre estados e amplia a capacidade de implementação das ações nos territórios.

Conexão entre saúde global e meio ambiente

Ao mesmo tempo, Camila Domit, da UFPR, destacou que os debates da conferência evidenciam a interdependência entre sistemas naturais e saúde humana.

Nesse sentido, ela reforçou que fatores sociais, econômicos e ambientais estão diretamente conectados. Portanto, exigem uma governança mais estratégica e integrada.

Espécies migratórias como indicadores ambientais

Além disso, Patrícia Serafini, do ICMBio, trouxe uma contribuição importante ao destacar o papel das espécies migratórias como indicadores ambientais.

Segundo ela, esses animais funcionam como verdadeiros “sensores naturais”, permitindo identificar alterações ambientais e sanitárias.

Ainda assim, o monitoramento contínuo, especialmente no litoral brasileiro, amplia a capacidade de diagnóstico e geração de evidências científicas.

Campo Grande no cenário internacional

Por fim, a realização da COP-15 CMS em Campo Grande reforça o papel do Estado no cenário internacional.

Além de reunir representantes de diversos países, o evento amplia o debate sobre desafios globais, como:

  • preservação da biodiversidade
  • mudanças ambientais
  • impactos na saúde pública

Dessa forma, Mato Grosso do Sul se posiciona como referência na integração entre saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

Frase-Chave: Meio ambiente e biodiversidade.

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