• 04 fevereiro, 2026

Pesquisa do Procon-MS aponta variação de até 269% nos preços da cesta básica em Campo Grande

Antes de tudo, levantamento realizado pelo Procon Mato Grosso do Sul identificou diferenças expressivas nos preços de itens da cesta básica em Campo Grande. Ao todo, a pesquisa encontrou variação de até 269,84% entre produtos comercializados em diferentes estabelecimentos da Capital.

Nesse sentido, a coleta de dados ocorreu nos dias 26 e 27 de janeiro e analisou 120 produtos, de marcas diversas, distribuídos entre os segmentos de mercearia, hortifrúti, higiene pessoal, limpeza e alimentação. Além disso, 13 supermercados e atacarejos participaram do levantamento.

Hortifrúti lidera variação de preços

Entre os itens pesquisados, o quilo da batata inglesa apresentou a maior diferença registrada. Enquanto isso, o produto foi encontrado por R$ 1,89 em um atacadista da região da Mata do Jacinto, por outro lado, chegou a R$ 6,99 em um supermercado do bairro Aero Rancho.

Da mesma forma, o quilo do tomate salada também apresentou oscilação significativa, com variação de 261,04% e preço médio de R$ 6,90.

Higiene e limpeza também apresentam diferenças relevantes

No segmento de higiene pessoal, um creme dental de 90 gramas registrou variação de 226,13% entre os estabelecimentos pesquisados. Já no setor de limpeza, a pesquisa identificou diferença de 110,50% no preço da esponja de aço e de 100,14% no sabão em pó de 800 gramas.

Assim, os dados reforçam a importância de atenção redobrada do consumidor no momento da compra.

Alimentação básica registra menor oscilação

Por outro lado, o grupo de alimentação apresentou as menores variações. Por exemplo, uma marca de óleo de soja registrou diferença de apenas 2,57% entre os locais pesquisados.

Além disso, o pacote de arroz de cinco quilos teve preço médio de R$ 15,33, enquanto o quilo do feijão ficou em média em R$ 7,20, indicando maior estabilidade nesses itens.

Orientações ao consumidor

Diante desse cenário, o Procon Mato Grosso do Sul destaca que a pesquisa tem caráter regionalizado e que os preços podem sofrer alterações. Por isso, o órgão recomenda que os consumidores comparem valores, observem atentamente rótulos, composição, quantidade e validade dos produtos.

Por fim, o Procon orienta a exigir sempre a nota fiscal, documento essencial para a comprovação da relação de consumo e para eventuais reclamações.

Em síntese, os dados completos da pesquisa estão disponíveis no site do Procon-MS, órgão vinculado à Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), ou pelo link:
👉 https://tinyurl.com/msftc3du

Kleber Clajus, Comunicação Procon/MS

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